Arquivo do mês: fevereiro 2011

Alfarrábios (I)

Revirar o baú e encontrar lembranças é algo que costumo fazer com alguma frequência. Às vezes, isso me faz nostálgico; às vezes, apenas traz uma saudade agradável dos tempos de outrora. Mas todas as lembranças que trago certamente revelam um pouco do que já vi, senti e vivi; ou simplesmente do que pensei. Por isso, publico aqui o primeiro texto de uma série que deverá se repetir de tempos em tempos.

=====

… Ente…

Parva mente
mente
desmente
criminosamente
sob o árido Condão
de espíritos aflitos
a relegar seus Dotes
a trotes
aos seres
que habitam
o Olvido

Seca mente
sente
ressente
displicentemente
ao mórbido Som
de címbalos envelhecidos
entregando seus Motes
em lotes
aos vates
que sondam
o Ruído

Inquieta mente
crente
descrente…

Em látego
a Carne
em trôpego
o Vão
senão
em Sombra
desperto
a Veste
agreste
Eflúvio celeste
dos dias
que infinitam…

(Publicado originalmente à 0h20 de 13/10/2005, em http://sorve.blogspot.com.)


Restart!

Não, eu não vou falar daquele conjunto musical adolescente cujas músicas sequer conheço, nem daquela ação inevitável provocada por um travamento habitual do Windows. Trata-se apenas de uma tentativa de voltar a escrever e publicar algo qualquer. Compartilhar. Não sei no que isso vai dar, mas…

Alea jacta est!


%d blogueiros gostam disto: